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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

POR UMA GORJETA

(Poesia de Nilton Marchesini)

Dona Lazinha, estou indo ao mercado agora,
Posso trazer alguma coisa prá senhora?
Não, obrigada. E meu nome não é Lazinha, é Loreta. Você sabe bem.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

HOJE FOMOS VITIMAS DO TERREMOTO! E POR FALAR EM TERREMOTO...

(texto de Nilton Marchesini)

Nao estou exagerando! Hoje nòs fomos testemunhas vivas (graças a Deus que nao fomos "testemunhas mortas") de um terremoto. O terremoto que abalou o norte da Italia, nas Regioes (Estados) do Veneto (Cuja Capital é Veneza) e Emilia Romagna (Cuja Capital é Bolonha), se fez também sentir aqui na Lombardia (cuja Capital é Milao, onde moramos). Nao foi um terremoto destruidor como o de 2010, em Aquila, mas no epicentro foi de mais de 4 graus na escala Richter. Aqui em Milao, estamos a uma distancia entre 100 e 150 km do epicentro, e portanto, o tremor foi bem mais leve. O primeiro tremor de terra aconteceu na alta madrugada, o segundo, por volta das nove horas da manha, e o terceiro, ao fim da tarde. Eu mesmo, nao me dei conta de nenhum dos tres, o primeiro, por estar dormindo, e o segundo, por estar trabalhando, dirigindo o caminhao na estrada. A minha esposa também diz que nao sentiu nada, mas no seu local de trabalho, pessoas ao seu lado, sentiram e disseram ter visto os quadros da parede balançando. Meus filhos estavam na escola e disseram ter sentido também, sobretudo o primogenito, pois na aula de quimica, os intrumentos se moviam sozinhos. Mas, como disse, nada mais do que isto aconteceu. Nenhuma casa desmoronada, nenhuma pessoa ferida, apesar do susto.
Esta foi a segunda vez que Milao tem um pequeno tremor de terra, desde que aqui chegamos, em 2003. Mas mais no sul do paìs, tremores como este sao bem mais frequentes, pois a Italia é um dos paìses com o maior ìndice de abalos sìsmicos do mundo. De tempos em tempos, grandes terremotos acontecem, e destroem cidades e mais cidades, matando centenas de pessoas.
E por falar em terremoto, eu gostaria de fazer referencia a outros terremotos acontecidos e registrados. Nao registrados em algum livro de història, ou de geografia, ou de ciencias. Mas registrados na Augusta Palavra de Deus.
No Antigo Testamento, pelo menos dois livros fazem mençao a um grande e terrivel terremoto acontecido nos dias do rei Uzias, de Judà (Amos 1:1; Zacarias 14:5). Um outro terremoto està registrado em I Reis 19:11-12, no Horebe, monte ao sul de Israel. Antes desses, tem o terremoto dos dias do rei Saul (I Samuel 14:15), quando os Judeus conseguiram derrotar os filisteus em batalha. E tem ainda o primeiro de todos, na Biblia, em Exodo 19: 18, quando Deus estava dando as leis a Moisés, no monte Sinai.
O Novo Testamento também faz citaçoes de pelo menos 5 terremotos. Um em Atos (16:26), quando um terremoto em Filipos abriu a porta do càrcere onde estavam presos Paulo e Silas. Um em Apocalipse 11:13 (que pode ser interpretado como futuristico, pretérito ou simbòlico, de acordo com a corrente interpretativa), onde foram (serao - teriam sido) mortas sete mil pessoas, depois da ressurreiçao das duas testemunhas e pouco antes do soar da sétima trombeta.
Ainda em Apocalipse (16:18), registra-se um terremoto como jamais houve na terra, em todos os tempos. Um terrificante terremoto de proporçoes inimaginàveis, que destruirà inteiras cidades de muitas naçoes, afundarà ilhas e esmiuçarà montes, e mudarà completamente a carta geogràfica mundial. Me vem o arrepio somente de pensar.
Mas voce sabe o que todos esses terremotos biblicos tem em comum? Uma sò coisa: fazer com que o nome de Deus seja conhecido e glorificado. Despertar o temor a Deus no coraçao das pessoas. Fazer as pessoas reconhecerem que Deus é soberano sobre tudo e todos. Em Reis, o amedrontado e fugitivo Elias reconheceu que Deus é onisciente e onipresente, e que dirige a sua vida e a història. Recobrou sua coragem e voltou à cidade para continuar o seu ministério profético no paìs. Em Samuel, o terremoto foi uma confirmaçao do sonho de Jonatas, de que Deus estava com o povo de Israel, para liberta-los da opressao filistéia. No Exodo, é uma demonstraçao do poder de Deus, e da sua presença santa em meio ao povo, "de maneira que todo o povo que estava no arraial se estremeceu" e se consagrou mais ao Senhor. Em Atos, o terremoto contribuiu para a conversao do carcereiro. Em Apocalipse 11, diz-se que os que nao morreram, "ficaram muito atemorizados, e deram gloria ao Deus do Céu". E em Apocalipse 16:18, no ùltimo e mais terrivel dos terremotos, hà um cunho mais evidente do derramamento do "càlice" da ira de Deus, precedentemente aos ùltimos episòdios que antecedem a volta do Salvador.
Todos esses terremotos biblicos tem uma sò coisa em comum: fazer com que o nome de Deus seja conhecido e glorificado. Despertar o temor a Deus no coraçao das pessoas. Fazer as pessoas reconhecerem que Deus é soberano sobre tudo e todos.

Mas nenhum desses citados é o alvo de meu foco hoje. Prefiro me deter em outros dois importantìssimos terremotos citados no Noto Testamento, e é exatamente sobre esses dois que eu gostaria de chamar a tua atençao.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

ESTILOS DE LIDERANÇA: CONHEÇA O SEU! E DE ALGUEM MAIS...


Hà alguns dias estive pensando sobre o fato de que em tantos lugares, seja na escola, no trabalho, na familia, ou até mesmo na igreja, convivendo frequentemente com as mesmas pessoas, nos deparamos com casos em que, apesar de sermos amigos, apesar de nos queremos bem, nao aceitamos, ou nao conseguimos compreender certas pessoas ou certas atitudes suas, e isto acaba por gerar algum tipo de conflito ou de mal entendimento. Jà nao aconteceu com voce?
Na maioria dos casos, isso se dà por tres fatores:
  • O Tipo de Temperamento de cada um
  • O Tipo de Personalidade de cada um
  • O Estilo de liderança de cada um
Bem, sobre os tipos de temperamento, eles se resumem em quatro (Fleumatico, Sanguineo, Colérico e Melancòlico), e os tipos de personalidade sao classificados de 9 a 16, de acordo com a enfase do estudo, mas sobre esses argumentos eu nao farei nenhum comentario hoje, pois serao temas de posts em uma outras ocasioes. Por hoje, vou me concentrar somente no tema "Liderança". Existem varios bons estudos sobre este tema, com diversas vertentes, e a intervalo de tempos, vou postar vàrios deles. O de hoje eu extraì do blog de meu amigo e colaborador permanente deste blog, pastor Valmir Ferreira. E assim, da proxima vez que nos encontrarmos em uma situaçao do genero, vamos refletir um pouco mais sobre esses argumentos e tentar encontrar uma resposta mais equilibrada e menos prejudicial sobre a(s) pessoa(s) que estao envolvidas, inclusive nòs mesmos.

ESTILO DE LIDERANÇA:
  • É a maneira como cada líder desempenha suas funções ou métodos de administração, é a performace de cada líder dentro do seu raio de ação.
  • É bom que se diga que não existe estilo certo ou errado. Cada estilo tem seus defeitos e virtudes com espaço para melhoramentos e podem variar conforme a situação, como: temperamento do líder, características da equipe ou a situação imediata.

ESTUDO DOS QUATRO ESTILOS DE LIDERANÇA:
- O Lider Lider (A repetiçao do adjetivo nao significa que uma pessoa com este
estilo de liderança seja mais lider que os outros)
- O Lider Analitico
- O Lider Amigavel
- O lider Expressivo

CARACTERÍSTICAS POSITIVAS DE CADA ESTILO DE LIDERANÇA
LIDER LÍDER
LIDER ANALÍTICO
LIDER
AMIGÁVEL
LIDER
EXPRESSIVO
Possuí iniciativa
Extremamente organizado e exato
Amável, compreensivo
Criativo, otimista, vibrante
É determinado. Começa o que termina


Analítico e metódico
É leal às amizades
É um empreendedor nato
Gosta de atividades novas e variadas
Não abre mão da segurança
Não gosta de conflitos
Gosta de falar
Não gosta de ser interrompido
Depende da situação
Não faz questão de ser interrompido
Faz questão de ser interrompido
Gosta de ter liberdade para agir
Precisa de tempo para pensar


Não gosta muito de ser controlado
Gosta de ter controle do ambiente
É diplomático
È amigável
Gosta de ser elogiado e recompensado
Gosta de tarefas difíceis e desafiadoras
Gosta de tarefas descritas e claras
Gosta de trabalhar em equipe
Gosta de enfocar o próximo evento
Prefere resposta direta dos outros
É paciente
É prestativo
Convence facilmente
Rejeita a inatividade
Rejeita a precipitação
Rejeita o conflito
Rejeita o isolamento
Presente
Passado
Agora
Futuro

CARACTERÍSTICAS NEGATIVAS DE CADA ESTILO DE LIDERANÇA
LIDER LÍDER
LIDER ANALÍTICO
LIDER AMIGÁVEL
LIDER EXPRESSIVO
Impaciência
Meticuloso
Perde muito tempo
Acumula muitas tarefas
Insensível
Indeciso
Procrastinador
Tagarela
Inflexível
Teimoso
Baixa produtividade

Não sabe ouvir as pessoas
Pessimista
Não sabe dizer não
Age por impulso
Orgulho
Um pouco medroso
Excesso de tolerância
Precipitado
Controlador
De poucos amigos
Não seleciona os amigos
Monopoliza as pessoas


O QUE ELES PENSAM DE SI MESMOS E O QUE OS OUTROS PENSAM DELES

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

IL CANONE BIBLICO E I LIBRI APOCRIFI


     Nelle Bibbie di confessione cattolica o nella Traduzione Interconfessionale in Lingua Corrente (TILC), troviamo inseriti alcuni libri nell'Antico Testamento, detti apocrifi (da una parola di origine greca che significa: non autentico), che non si trovavano nel canone ebraico. Essi erano stati aggiunti all'antica traduzione greca dell'Antico Testamento, detta dei Settanta, che risale a due secoli prima di Cristo.

I Libri Apocrifi sono: Ecclesiastico, o Siracide, (da non confondere con Ecclesiaste), Tobia, Giuditta, I e II Macabei, Sapienza di Salomone, Baruc ed alcune aggiunte (in greco, agli originali ebraici) ai libri Canonici di Ester, Geremia e Daniele.

     Il canone ebraico fu fissato verso la fine del V secolo a.C., ai tempi di Esdra e Nehemia. Dal tempo della chiusura del canone fino a Cristo non ci furono profeti, quindi nemmeno scritti ispirati. A questo si riferisce Gesù in Matteo 23:35, alludendo all'uccisione di tutti gli uomini retti, che furono perseguitati, da Abele a Zaccaria, il cui libro era l'ultimo del canone ebraico. Delle 433 citazioni dell'Antico Testamento, fatte nel Nuovo (che interessano 30 dei 39 libri canonici), non una è tratta dai libri apocrifi.

Delle 433 citazioni dell'Antico Testamento, fatte nel Nuovo
(che interessano 30 dei 39 libri canonici),
non una è tratta dai libri apocrifi.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

EFEITO DA GRAÇA


Um leitor do meu (pr. Isaltino) site me enviou, de Vitória (ES), um livro de presente: "Irmãos, Nós Não Somos Profissionais", de John Piper. Comecei a lê-lo e aprendi muito. No capítulo “Irmãos, Conduzam As Pessoas Ao Arrependimento”, Piper fala da reação dos homens à graça. Cita Lucas 5.1-10, onde Jesus ordena aos discípulos para se afastarem um pouco da praia e lançarem a rede. Pedro diz que eles trabalharam a noite toda e nada pegaram, mas à luz da ordem de Jesus, lançaria as redes. Vieram tantos peixes que as redes começaram a romper-se e os dois barcos quase afundaram. Suas necessidades foram supridas além do que esperavam. Isto se chama graça.
Até aí, sabemos bem. Mas Piper comenta a reação de Pedro: “A reação de Pedro foi notável, bem diferente da reação moderna e orgulhosa diante da graça” (p. 138). É mesmo. A graça aterrorizou Pedro: “Vendo isso, Simão Pedro prostrou-se aos pés de Jesus, dizendo: Retira-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador. Pois, à vista da pesca que haviam feito, o espanto se apoderara dele e de todos os que com ele estavam” (vv. 9-10).
Quem prova a graça deveria se espantar e atemorizar. Há quem se orgulhe. Você já viu os títulos que as igrejas se dão? Viva, Renovada, da Verdade, Avivada, Do Poder, Da Prece Poderosa, Santa, Mundial do Poder de Deus, sempre um título que as enaltece, mesmo quando menciona Deus. A idéia é que aquele grupo tem copyright dele. Ninguém funda uma igreja e a chama de Igreja dos Pecadores Miseráveis Salvos Pela Graça! Você já viu alguma Igreja dos Indignos? Alguns oram assim: “Quero meus direitos”. Jà notou isto? Ora, o direito dos pecadores é o inferno. Temos nos esquecido da graça. Deus é movido pela sua graça. Não por nossos méritos.

domingo, 15 de janeiro de 2012

O NAUFRAGIO DO NAVIO ITALIANO NOS ENSINOS DE CRISTO

(texto de Nilton Marchesini)

Hà dois dias o mundo inteiro registrou o que na Italia està sendo a manchete de primeira pagina em todos os jornais escritos, tele-jornais e programas televisivos. Na noite de sexta feira para sabado deste 13/01, um grande navio italiano de Cruzeiro turistico, chamado Costa Concordia, da empresa Costa Crociera (Costa Cruzeiro) afundou, quando estava fazendo um percurso na costa ocidental da Italia, por ter se chocado contra rochas submersas, pròximas ao litoral. O navio nao afundou completamente, pois o local é de pouca profundidade, mas ficou inclinado para um dos lados, causando a impossibilidade de utilizaçao dos barcos salva-vidas e uma certa dificuldade no resgate das vitimas.
Este navio tem 290 metros de comprimento e pesa quase 150 mil toneladas, e tem tudo ao seu interior, como piscina, cassino, bar, sala de baile, restaurantes, Spa, sauna, academia, solarium, e até um simulador de formua 1, para dar aos turistas, o maior conforto, relax, prazer e glamour, tudo a um baixo preço de passagem, em um Cruzeiro encantador pela costa maritima da Italiana (e outros paìses dos mares Mediterranio, Tirreno ou Adriatico).
Havia mais de 4100 pessoas a bordo, e entres esses, dezenas de brasileiros, e até agora foram registradas cinco mortes, mais de quarenta feridos e quinze ainda estao desaparecidos. O Ministro da Infra Estrutura e dos Transportes aviou uma investigaçao para compreender a dinamica do acidente, mas o Ministro da Defesa italiana jà afirmou que este naufràgio de deu por causa de um grave erro humano, o qual teve consequencias gravissimas, nao somente do ponto de vista economico e turistico, mas tambem ambiental, pois sao mais de 2600 toneladas de combustivel que podem se dispersar no mar.
O Diretor Geral da empresa disse que ainda nao tem todas as respostas para o incidente, mas que os acertos preliminares resultam que as rochas submersas contra as quais se chocou o navio, nao estavam assinaladas no mapa nautico. Todavia as investigaçoes ja comprovaram toda uma outra historia, conforme resumo aqui:
  • O navio havia se desviado da rota oficial, para passar o mais pròximo possìvel da ilha;
  • O motivo de tal desvio, era para agradar aos turistas, que viam os habitantes da ilha saudarem os passageiros com o piscar continuo das luzes das casas;
  • Nao era a primeira vez que esse (ou outros navios) se desviava da rota oficial, com essa intençao, mesmo sendo tal desvio proibido por lei.
O Comandante do navio foi preso com a acusa de homicidio culposo multiplo, naufragio e abandono do navio, pois, contrariamente ao que é a praxe, foi um dos primeiros a deixar o navio e se dirigir para a ilha, na operaçao de resgate.
Mas o tudo isto tem a ver com os ensinos de Cristo? Serà que Jesus, em algum momento de seu ministério terreno, profetizou sobre este acidente, detalhe por detalhe?
Bem, querido amigo leitor, nao é bem assim. Jesus nao previu nem dia, nem hora, nem local desse acidente. Nem ao menos fez qualquer mençao sobre isto. Mas não pense que estou usando um titulo somente para chamar a atençao. O tìtuto tem sim, um certo apelo de curiosidade, mas não està na contramao do que recomenda a Exegese biblica e explico o porque.

sábado, 14 de janeiro de 2012

PERCHÉ È IMPORTANTE CREDERE NELL’INERRANZA DELLA BIBBIA?


Viviamo in un periodo che tende a dare poco peso a ciò che è vero e quindi anche a quel che è sbagliato. Anziché chiedere, come Pilato, “Cos’è la verità?” l’uomo dell’era postmoderna dice: “Nulla è vero o forse” “Esiste la verità ma noi non possiamo conoscerla.” Siamo cresciuti con l’abitudine alla menzogna, e molte persone sembrano essere a proprio agio con la falsa credenza che anche la Bibbia contiene errori.
La dottrina dell’inerranza biblica è di estrema importanza perché la verità è importante. Questa questione riflette il carattere di Dio ed è fondamentale per la nostra comprensione di tutto ciò che la Bibbia insegna.
Ecco appena sei dei motivi perché noi dovremmo assolutamente credere nell’inerranza biblica:

1. La Bibbia stessa afferma di essere perfetta - “Le parole di Dio sono pure, come argento raffinato in un crogiuolo di terra, purificato sette volte” (Salmo 12:6). "La legge del Signore è perfetta” (Salmo19:7). “Ogni parola di Dio è pura” (Proverbi 30:5 Versione King James). Queste dichiarazioni di purezza e di perfezione sono affermazioni assolute. Tale affermazione non dice che la Parola di Dio è in gran parte pura o che la Scrittura è “quasi” perfetta. La Bibbia sostiene la totale perfezione, non lasciando alcun spazio per teorie di ”perfezione parziale.”

2. La Bibbia è un’unità che si regge o cade nel suo insieme - Se uno dei quotidiani principali contenesse degli errori, in maniera costante, verrebbe discreditato in poco tempo. Non farebbe alcuna differenza affermare che “Tutti gli errori sono raggruppati a pagina tre.” Per un quotidiano essere attendibile in ciascuna delle sue parti, significa che lo è anche nel suo insieme. Allo stesso modo se la Bibbia è inaccurata quando parla di geologia, perché la sua teologia dovrebbe essere degna di fiducia? Quindi, o la Bibbia è un documento degno di fiducia o non lo è.

3. La Bibbia è un riflesso del Suo autore. Tutti i suoi libri lo sono - E Dio che è perfetto è anche in grado di scrivere un libro perfetto. La discussione non verte solo sul fatto se la Bibbia contiene un errore, ma se Dio può fare un errore. Se la Bibbia contiene errori effettivi, allora Dio non è onnisciente e quindi Egli stesso può commettere errori. Se la Bibbia contiene informazioni sbagliate , allora Dio non è veritiero, ma è invece un bugiardo. Se la Bibbia contiene contraddizioni, allora Dio è l’artefice della confusione. In altre parole, se l’inerranza biblica non è vera, allora Dio non è Dio.

4. La Bibbia deve giudicarci, non viceversa - “Poiché la Parola di Dio giudica i sentimenti e i pensieri del cuore” Ebrei (Ebrei 4:12). Notare la relazione tra il “cuore” e la “Parola.” La parola esamina, il cuore viene esaminato. Screditando alcune parti della parola per qualsiasi motivo, invertiamo il processo. Noi diventiamo gli esaminatori e la Parola deve sottomettersi al nostro “io superiore.”(?) Eppure Dio dice,” Ma chi sei tu, o uomo, che replichi a Dio?” (Romani 9:20)

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O DEUS QUE ... É JUSTO

* Texto da série: "O Deus que..."
de Wagner Antonio de Araujo 
Creio em Deus Pai todo-poderoso, Criador do Céu e da Terra, em Jesus Cristo, Seu Único Filho, e no Espírito Santo, consolador presente e eterno, conforme revelado na Bíblia, a Palavra de Deus.
Creio que Deus é justo. Ele é correto. Ele é absolutamente verdadeiro. E em Sua verdade não há espaço para a metade, para quase, para talvez. Sua justiça é perfeita e completa. Seu direito é inquestionável; Seu julgamento é eternamente correto.
Por justiça entende-se que Ele mantém o direito e mantém-se absolutamente correto na aplicação de Seu juízo. É quem julga e decreta. É quem determina e faz valer. Se há algum resquício de justiça no homem e em suas tentativas de criar uma sociedade correta, esses vislumbres são sombras da primitiva imagem e semelhança do Criador, que ainda permaneceu na criatura caída que somos nós. Deus nos criou com o senso de justiça.
Deus é justo. Ele criou a recompensa e a punição. Ele galardoa pelo bem e pune pelo mal. Ele fez com que o mal fosse a consequência do bem rejeitado ou da má escolha nos atos, pensamentos ou palavras. Sua justiça é perfeita, ela não foi criada ao seu bel-prazer, mas mediante o Seu próprio caráter. Por ser Ele bom, a justiça é boa; por ser santo, a justiça exige santidade; por ser puro, a justiça é pura.
Deus pune. Ele não é comprado por promessas, por sacrifícios, por palavras ditas com emoção. A alma que pecar essa morrerá. Morrer é separar-se da glória de Deus e a humanidade toda assim tornou-se, pois em Adão, o primeiro homem, todos pecaram (Romanos 3.23). A morte é o pagamento pelo pecado (Romanos 6.23). Por ser puro Deus pune a impureza e não seria injusto em condenar toda a raça humana, pois não há um justo sequer. Todos erram, todos fazem a escolha da desobediência, todos buscam quebrar a lei divina. Assim, criado para Satanás e seus anjos, o Inferno é a linha de chegada para a injustiça, é a punição eterna e justa pelo mal.
No sistema de punição e recompensa divinas nada ficará impune ou desprezado. Um copo dágua fornecido em amor por um cristão será recompensado. Uma palavra pensada contra o próximo, considerando-o "tolo" será punida. Seu sistema é perfeito, completo e absolutamente impossível de ser transigido. Assim, diante do Justo juiz de toda o universo, ninguém escapará do julgamento.
Em Sua justiça Deus decretou que somente algo impossível ao homem faria jus ao seu resgate, ao pagamento de sua pena. Esse valor corresponderia ao ato do próprio Deus em fazer algo pelo homem, em pagar-lhe a dívida. E isso Ele determinou, ao enviar o Seu único Filho para o mundo, para nascer como homem, para ser tentado em tudo como um homem, para sofrer como um homem rejeitado, para derramar na cruz o Seu próprio sangue e, assim, criar a única vez em que algum sangue inocente seria derramado. Cada vez que alguém morre ou derrama o próprio sangue é punido e não tem qualquer crédito por isso, pois todos são pecadores; mas quando Cristo sofreu e derramou o Seu augusto sangue no Calvário e morreu em consequência de Seu sofrimento, criou-se algo inédito e irrepetível: um ato injusto na morte, uma morte que precisava ser compensada; Cristo foi "o justo morrendo pelos injustos". Então ali fora gerado o crédito necessário, tão infinito quanto infinita era a vida do moribundo Senhor na cruz, que deu a vida e pôde recobrá-la. Ali Deus gerou o pagamento pela própria justiça exigida em Sua criação.
A justiça de Deus gerou Graça, isto é, um favor imerecido, uma dádiva eterna, uma bênção acima de qualquer ato meritório que o homem pudesse realizar. Como se sabe, a salvação e o Céu são as perspectivas de quem é justo; não havendo justos o Céu seria vazio. Como Deus gerou na cruz Sua própria justiça, Ele a injeta na alma de todo aquele que crê em Jesus e em Seu sacrifício e declara-o beneficiário da justiça, salvando-O, libertando-O da pena do pecado e tornando-O um filho adotivo e justificado, capacitando-O para viver ao Seu lado, no Céu. A essa dàdiva imerecida chamamos Graça. A essa libertação chamamos Redenção; A esse sistema de salvamento chamamos Salvação. Deus pune em Sua justiça e salva em Sua graça, determinando que a punição já caiu sobre alguém, sobre Ele mesmo, na pessoa de Seu Filho.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

LA BEFANA, UN'ALTRA FESTA PAGANA

(Compilato ed adattato dai siti:
http://www.evangelo.it,
da Nilton Marchesini)

La Befana, tradizione tipicamente italiana, non ancora soppiantata dalle figure (straniere) di Babbo Natale (*) e (dalla festa) di halloween (*), ancora una volta si fa presente, festeggiata ogni sei gennaio.
La sua storia, originaria nettamente di elementi folcloristici, tradizioni magiche precristiane e culti pagani che risalgono a più di 700 anni prima dalla nascita di Cristo, fu incorporata nel cristianesimo (intendesi: "Cattolicesimo") intrecciata con quella dei Re Magi che, secondo la tradizione, nel loro cammino verso Betlemme persero la strada, videro in lontananza il fumo di un camino, si diressero in quella direzione e trovarono una casetta. Bussarono alla porta e andò loro incontro una vecchina che tuttavia si rifiutò di aiutarli. Una volta partiti, però, la donna si rese conto di aver sbagliato, così uscì di casa per raggiungerli. La vecchia, cercando di raggiungere i Magi, si fermava di casa in casa donando dolciumi ai bambini che incontrava, nella speranza che uno di essi fosse il piccolo Gesù. Da allora girerebbe per il mondo, facendo regali a tutti i bambini, per farsi perdonare.
La Befana, con l’avvento del Cristianesimo (intendesi: "Cattolicesimo") adattò questa figura a partire di altre donne della mitologia greca, chiamate come “Corteo di Diana”, in cui le sacerdotesse esercitavano diverse pratiche magiche, ma che furono considerate pagane, malvagie e dissolute. Questa decadenza spiega anche, con tutta probabilità, l’aspetto attuale delle Befane: donne brutte e sdentate, dai capelli arruffati e coperte di miseri stracci, proprio come le streghe proprie dell’immaginario collettivo.
Nella notte tra il 5 e il 6 gennaio, a cavalcioni di una scopa, sotto il peso di un sacco stracolmo di giocattoli, cioccolatini e caramelle (ma che non manca mai anche una buona dose di cenere e carbone), passa sopra i tetti e calandosi dai camini riempie le calze lasciate appese dai bambini. Questi, da parte loro, preparano per la buona vecchia, in un piatto, un mandarino o un'arancia e un bicchiere di vino. Il mattino successivo insieme ai regali troveranno il pasto consumato e l'impronta della mano della Befana sulla cenere sparsa nel piatto.
             Nella società contadina e preindustriale, salvo rari casi, i doni consistevano in caramelle, dolcetti, noci e mandarini, insieme a dosi più o meno consistenti (a insindacabile giudizio della Befana) di cenere e carbone, come punizione delle inevitabili marachelle dell'anno.
Fateci caso: anche Babbo Natale è per i bambini. Vogliono far credere che i bambini ne hanno un gran bisogno. Ma questo è semplicemente un tentativo di corruzione della purezza e della semplicità dei bambini. Gesù ha detto: «Lasciate che i bambini vengano a me, e non glielo vietate, perché il regno di Dio è per chi assomiglia a loro» (Luca, 18:16).
Sono gli adulti, che hanno una mente sofisticata (corrotta), a inquinare la purezza dei bambini con queste tradizioni. I nostri figli non hanno bisogno di queste panzane! Hanno bisogno del Padre, hanno bisogno che parliamo loro di Gesù, della Verità, che leggiamo loro la parola di Dio, che diciamo loro ciò che Dio ha insegnato e che raccontiamo loro della sua nascita, dei suoi miracoli, dei suoi insegnamenti, della sua sofferenza, della sua crocifissione e della sua risurrezione. Loro hanno bisogno di conoscere Gesù, il suo amore, la sua potenza, hanno bisogno di conoscere la grandezza di Dio, del Dio che ha portato il suo popolo fuori dall'Egitto, che lo ha tirato fuori da Babilonia; hanno bisogno di sapere che cosa è accaduto nel regno d'Israele attraverso il suo servo Davide, il suo servo Mosè, i profeti. Di questo i nostri figli hanno bisogno! Perché questo è pane, acqua, vita! I bambini, i figli che Dio ci ha dato, hanno bisogno di conoscere la Parola di Dio, non di queste rappresentazioni magico-pagane.
I bambini hanno bisogno di purezza, luce, verità, e soltanto in Dio possono trovarle; noi adulti abbiamo in amministrazione la loro educazione. Siamo noi genitori che abbiamo la responsabilità davanti a Dio di dare loro del cibo sano e non inquinato o avvelenato. La befana, questo personaggio fiabesco, frutto della fantasia popolare, sorto peraltro appena nel Medioevo - e quindi in un'epoca abbastanza recente -, non trova alcun riscontro nella parola di Dio: quindi è totalmente pagano. Nella Bibbia non si trova traccia della Befana, come del resto di Babbo Natale.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

UMA PAGINA DE NOSSO DIARIO

(Texto de Nilton Marchesini)
Foto de 2011, no niver da Isa, às margens do belìssimo lago de Lugano (Suiça)
Acabou mais um ano. E um outro ano começou. E como sempre, esse dias de fim de ano sao uma grande oportunidade para fazermos uma reflexao sobre o que fizemos ou deixamos de fazer, e um projeto para o que queremos e nao queremos para o ano novo. Alguns prometem fazer regime, outros prometem ser um conjuge melhor, e assim vai. Alguns se dedicam realmente ao que prometeram, mas a maioria tem apenas um sentimento de momento, e depois volta tudo novamente como era antes.
Nesses dias em que nao trabalhei, por motivo de recesso empresarial, aproveitei para também fazer um balanço desses ùltimos anos, desde que chegamos à Italia. Minha e esposa e eu chagamos aqui em setembro de 2003. Nossos filhos vieram somente nove meses depois. Foram tempos duros aqueles.
Sozinhos, sem amigos e sem parentes, sem nenhum conhecido, nos vimos imergidos em uma situaçao que nao havìamos previsto. O dinheiro ja havia acabado, a ponto de um dia, termos decidido retornar, mas nao pudemos remarcar a passagem de retorno, porque nao haviamos cem dòlares para cada um, para tal operaçao na companhia aérea.
Certo dia, nossa filha menor, que havia apenas quatro anos, nos disse ao telefone: "Voces nao me amam mais? Porque falam de vir me buscar mas nunca vem!" Aquele dia foi terrìvel para nòs. Foi como se o mundo tivesse desabado em nossa cabeça. Como poderiamos fazer uma menina de quatro anos entender as vississitudes da vida adulta, cheias de erros e situaçoes que fogem do controle?
Nòs, que no Brasil, havìamos uma casa (e a temos ainda), um carro, profissoes, emprego, reputaçao, etc, e trocamos tudo por um ideal que nao estava sendo alcançado, e que, pra dizer a verdade, ja nao estava mais valendo a pena, e o pior, agora jà nao dava mais para voltar atràs. Estàvamos em meio a uma estrada onde era quase impossìvel voltar, mas também nao era fàcil seguir em frente.
Nos seis primeiros meses aqui na Italia, tivemos que mudar de endereço seis vezes. E como o sistema europeu é bem diferente do brasileiro, tivemos que nos adaptar a ele, pois aqui, somos nòs os estranjeiros. Habitando sempre em casas com outras pessoas, as vezes com uma sò familia, as vezes com pessoas de diversas familias, acumuladas em dois ou tres comodos, dividindo o pouco espaço da casa, o mesmo fogao e o mesmo banheiro, e até o mesmo quarto, a mesma sala. Pessoas de muitas nacionalidades, cada uma usando o fogao a seu tempo, com comidas de sua tradiçao, tendo que terminar velozmente, e lavar tudo para os pròximos da fila. Nao tìnhamos nenhuma mobìlia e todo o nosso guarda-roupa estava dentro de duas malas para cada um. Para quem nunca teve nada poderia ser muito, mas para mim, que somente de livros havia deixado quase 1200 no Brasil, e a Isa que havia deixado um fogao novinho, novinho, de seis bocas e um guarda-roupas de seis portas, em cerejeira pura, entre outras coisas, era algo que nos fazia muita falta.
Quando o emprego vinha, nem era emprego no sentido da palavra, eram apenas "bicos" de um ou dois dias, ou de uma semana, o que nao era nem o suficiente para pagarmos o aluguel e as despesas bàsicas.
O fim no ano se aproximava, e com ele, o frio do inverno rigoroso europeu. Vimos a neve pela primeria vez, e nos arrancou um sorriso. Mas nao era o suficiente. Foi um natal triste. Um dos mais tristes de toda a nossa vida. Saude nao faltava, mas o coraçao estava em pedaços. Sò não foi mais triste porque o irmao da Isa, que estava indo para a Espanha, passou por aqui e nos fez companhia por uns 25 dias, incluindo o natal e o ano novo de 2004.
Eu me lamentava ainda mais, por ter envolvido a Isa nesta situaçao. Expor uma mulher a uma situaçao destas é algo de que um homem deveria se envergonhar, sempre. Mas ela foi uma heroina. Mesmo sofrendo a ausencia dos filhos, o aconchego da casa, jamais se lamentou ou me condenou por minhas decisoes, pois embora ambos tenhamos acordado com todas as decisoes, quando ainda estàvamos no Brasil, a verdade é que todas as idéias e todos os sonhos, partiam de mim. Ela foi ainda mais batalhadora, quando eu voltei ao Brasil buscar as crianças e tive que ficar là por tres meses, deixando-a sozinha aqui, na casa de uma família de irmaos em Cristo que haviamos conhecido aqui.